
Sinopse: o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do
ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros
encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna
vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que
enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de
amadurecimento.
O Livro: Depois de ouvir inúmeros comentários positivos sobre o livro, me propus a lê-lo, e devo dizer que o que falavam estava completamente certo.
Li ele em curtas pausas em um fim de semana. Você sente como se Charlie escrevesse para você, e você o entende e se deixar cativar por esse personagem extremamente fofo e especial. É uma leitura que mistura drama com coisas marcantes da juventude. Faz citações de The Smiths e bandas da época, tem personagens bem elaborados e divertidos e uma história emocionante. É, talvez, o melhor livro que já li na vida.
O Filme: Quanto ao filme, baixei no mesmo dia que terminei o livro, pois não me contive de ansiedade para vê-lo. Tem um núcleo de atores fantásticos, como Emma Watson (Sam), Logan Lerman (Charlie) e Ezra Miller (Patrick). O filme encurta muito a história, e deixa partes, que julguei importantes, de fora. Mas em geral, é um ótimo filme, que manteve a essência do livro. Ele entrou pra pequena lista de filmes que me fizeram chorar desenfreadamente.

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